Em 1951, Leo Fender lança um novo instrumento: o Baixo Elétrico. Batizado de Precision Bass, o instrumento tinha trastes, por isso podia ser tocado “com precisão” (daí o nome Precision) .
Muito menor e mais leve que um Baixo acústico, contava com corpo sólido em Ash, braço em maple e era dotado de captador magnético, podendo assim ser amplificado. Realmente tinha tudo para ser um grande sucesso !

O PBass como era conhecido, foi alvo de inúmeras críticas, os músicos da época diziam ser impossível “trasferir” a técnica do contra-baixo acústico para o novo instrumento, além do braço entrastado com uma escala mais curta,existia uma dificuldade em se encontrar cordas específicas (que tinham de ser encomendadas na fábrica). Outro problema era que as notas soavam semitonadas, fruto de uma ponte dotada de apenas dois carrinhos! E/A e D/G. Em 1954 (mesmo ano do lançamento da Strato) foi lançada a revolucionária ponte com 4 carrinhos individuais. Problema resolvido!
Leo Fender amante da música country, acreditava que seu revolucionário invento seria bem aceito pela comunidade caipira, mas não foi isso que aconteceu, deles vieram as maiores críticas, e por ironia do destino o Jazz foi a porta de entrada para PBASS. Baixistas influentes da época como Shifte Henri, Joe Price, etc…, foram decisivos para o início da aceitação. Abaixo a patente do Fender Precision…

Abaixo algumas fotos de um Fender Precision Bass 1955 (cortesia do site Vintage Guitarz):
Texto por Thiago Guerra. Colaboração, Celso Freire.
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Boa Thiago!
Aguardo o próximo!
Sou um fã ardoroso do p-bass ,especialmente da primeira versão de cor sunburst com escudo branco(o do Sting,lembram?).Ironicamente o primeiro contrabaixo da história é ,na minha opinião, o mais bonito.Preferiria ele a qualquer outro.No quesito estética ele é perfeito…Quanto a sonoridade ,nada que equipamentos não resolvam.Aliás a sonoridade original ,limpa e vintage,também tem seu charme.